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como perdi minha virgindade (da alta definição)

Setembro 7, 2008

Não, ainda não é meu caso, mas me diverti muito com este texto publicado no The Times da Nova Zelândia. O título original é How I Lost my HD Virginity e ele discute as mudanças de padrão e de ideal de qualidade promovidas pela difusão dos equipamentos e programas em alta-definição. O autor defende que talvez a alta-definição, a HDTV, não seja necessariamente uma evolução da SDTV (standard definition) mas uma outra forma de ver TV…

O texto começa assim:

It’s like a drug, it’s like crystal meth, delivering a rush of hyper-clarity and sharpness straight to the head.

Getting high on high-definition TV — if it’s like a drug, it’s like crystal meth, delivering a rush of hyper-clarity and sharpness straight to the head. By Matthew Gilbert

I’d seen the morning cluck-fest a hundred times before, but never like this, as crystalline and bright as a chandelier. In the table’s mirror-like sheen, I saw reflections of the ladies’ heads, like trees on the surface of a lake.

I could almost smell the Lemon Pledge. Above the table and its happy coffee mugs, I could precisely locate the gap between Whoopi Goldberg’s front teeth. I could isolate each of her dreads. I clearly saw that comedienne Joy Behar’s mouth had been very freshly smeared with red, and that TV presenter Elisabeth Hasselbeck had wisely put lines of mascara under her small eyes, to define. Look, there, in Hasselbeck’s cleavage: a teeny, tiny cross.

e continua aqui

a novela continua: conversores

Setembro 6, 2008

Voltando à nossa trama, entra em cena o conversor, que pinta de salvador da pátria, mas precisa contar com bons companheiros.

Adorei esta definicão que encontrei na Internet… se fosse tão simples assim…

“É simples: Se você possui uma TV de tubo (CRT) compre o modelo mais simples, e se você já tem uma TV de Plasma ou LCD compre o modelo mais caro. Caso ainda não possua uma TV de alta definição e esteja afim de comprar, sugiro que aguarde até que estejam a venda as TV’s com o decodificador HDTV embutido, que devem ser lançadas no início de 2008.

Mais um detalhe: para cada TV em que você deseja assistir à TV Digital deve-se possuir um decodificador exclusivo.”

Bom, mas continuando, para assistir à TV digital, é preciso ter um conversor. Eles podem estar embutidos no aparelho de televisão ou serem comprados à parte.

Os produtos captam diferentes formatos: HDTV, SDTV e 1Seg. Os disponíveis no mercado brasileiro não são compatíveis com o Ginga – que permite a interatividade e a compra pela TV.

Formatos
A sigla HDTV significa alta definição, superior à dos formatos tradicionais. Para assistir com essa resolução, em sua melhor qualidade disponível hoje, é necessário ter uma TV Full HD.
Outra opção é uma TV HD Ready, que reproduz o sinal digital, mas tem qualidade de imagem inferior à dos televisores Full HD.

Já o SDTV (formato padrão) tem resolução de qualidade similar à do DVD. É a qualidade de imagem padrão que pode ser exibida pelas TVs mais antigas com conversor.

O 1Seg é uma tecnologia de transmissão de TV digital para celulares e portáteis. A resolução de imagem é baixa, de apenas 320×240 pixels, menor do que a tela básica do YouTube.

Para comprar, sugestões da Folha:

Semp Toshiba DC 2008H
Conversor compatível com programas transmitidos em alta definição. O equipamento possui conexões HDMI, USB e Ethernet 
Preço sugerido: R$ 699 
www.semptoshiba.com.br

DigiTV HD Positivo
Conversor para TVs de alta definição, vem com cabo HDMI 
Preço sugerido: R$ 699 
www.positivo.com.br

AIKO HD-1018
Conversor compatível com TVs de alta definição e analógicas, mais antigas. O aparelho possui conexões HDMI, USB e para internet. Reproduz MP3, vídeos em MP4 e fotos no formato JPG 
Preço sugerido: R$ 399 
www.aiko.com.br

ConnecTV Digital
Receptor de TV digital portátil com entrada USB (1Seg). Permite gravar os programas no disco rígido do computador 
Preço sugerido: R$ 199 
www.aoc.com.br

Proview XPS 1000
Conversor com saídas HDMI, videocomponente 1.080i, vídeo composto, áudio coaxial 5.1 e áudio óptico 5.1. O aparelho possui entrada USB, que permite a conexão de periféricos, e tem porta Ethernet LAN, para conexão com internet em banda larga 
Preço sugerido: R$ 299 
www.proviewbr.com.br

Samsung SGH – V820L
Recebe o sinal digital por antena retrátil. O telefone tem tela dupla e giratória e capacidade para videochamadas. O aparelho tem tocador de MP3, entrada para cartão microSD, conexões Bluetooth e USB 
Preço sugerido: R$ 1.499 
www.samsung.com.br

MobTV
Receptor portátil com conexão USB, que permite ver TV digital no computador 
Sem preço sugerido 
www.mobtv.com.br

Informações de Julyana Rosa, em colaboração para a Folha

a mocinha da história: a televisão

Setembro 5, 2008

As televisões “digitais” podem ser de plasma ou LCD, e aparecem nas categorias HD ou FullHD.

Já descobri antes que nem toda TV digital tem alta resolução, mas toda TV de alta resolução é digital… relembrando isso, seguimos…

Os pontos que devem ser considerados são:

- a resolução de imagem. Só pode ser chamada de “alta definição” (HD) uma TV com resolução de pelo menos 1280×720 pixels, a chamada “720p”. Modelos “Full HD” chegam a 1920×1080 pixels (1080i ou 1080p), mas custam muito mais caro e só estão disponíveis com telas bem maiores.

- o número de conexões: uma boa TV tem pelo menos dois conjuntos de entradas para vídeo composto (aquele trio de cabos vermelho, amarelo e branco), uma entrada para vídeo componente (trio de cabos vermelho, verde e azul), e pelo menos uma entrada HDMI para ligação a aparelhos de alta definição (quanto mais, melhor). Vários modelos tem também um conector VGA (ou “RGB”) que permitem sua conexão ao micro para uso como monitor, o que é uma boa se você quer transformar o PC da sala em um Media Center. Alguns poucos modelos trazem, em vez do VGA, uma entrada DVI, outra forma de conexão ao micro, mas só encontrada em placas de vídeo mais recentes.

- a taxa de contraste – define a diferença entre o ponto mais claro e o mais escuro que a TV consegue mostrar e influencia na exibição de gradação de cor e cenas escuras. Representada na forma de uma fração (como 5000:1), quanto maior ela for, melhor.

- ângulo de visão – em alguns modelos mais baratos as cores aparecem distorcidas se o espectador não estiver vendo a tela exatamente de frente, então confira a imagem olhando para a tela em um ângulo de, digamos, 45 ou 60 graus (em relação ao centro) e veja o que acontece.

- distância de visualização – em um modelo de 26 polegadas, o ideal é se sentar a cerca de 2 metros da tela. Se você tem uma sala menor, procure um modelo menor (e vice-versa).

Mas, lembre-se, não adianta uma boa e linda TV para ter uma boa e linda imagem… continue seguindo a nossa trama!