como perdi minha virgindade (da alta definição)

Não, ainda não é meu caso, mas me diverti muito com este texto publicado no The Times da Nova Zelândia. O título original é How I Lost my HD Virginity e ele discute as mudanças de padrão e de ideal de qualidade promovidas pela difusão dos equipamentos e programas em alta-definição. O autor defende que talvez a alta-definição, a HDTV, não seja necessariamente uma evolução da SDTV (standard definition) mas uma outra forma de ver TV…

O texto começa assim:

It’s like a drug, it’s like crystal meth, delivering a rush of hyper-clarity and sharpness straight to the head.

Getting high on high-definition TV — if it’s like a drug, it’s like crystal meth, delivering a rush of hyper-clarity and sharpness straight to the head. By Matthew Gilbert

I’d seen the morning cluck-fest a hundred times before, but never like this, as crystalline and bright as a chandelier. In the table’s mirror-like sheen, I saw reflections of the ladies’ heads, like trees on the surface of a lake.

I could almost smell the Lemon Pledge. Above the table and its happy coffee mugs, I could precisely locate the gap between Whoopi Goldberg’s front teeth. I could isolate each of her dreads. I clearly saw that comedienne Joy Behar’s mouth had been very freshly smeared with red, and that TV presenter Elisabeth Hasselbeck had wisely put lines of mascara under her small eyes, to define. Look, there, in Hasselbeck’s cleavage: a teeny, tiny cross.

e continua aqui

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